ARQUIVO HISTÓRICO DO RIO GRANDE DO SUL

Endereço: Rua Sete de setembro, 1020, bairro Centro Histórico, Porto Alegre / RS, 90010-191.

Telefone: (51) 3225 7870

E-mail: : ahrs@sedac.rs.gov.br

Facebook: www.facebook.com/arquivors

Site: cultura.rs.gov.br/ahrs

Horário de Funcionamento: de terças a sextas-feiras, das 13h às 17h

Finalidade do Arquivo: A instituição tem como função primordial a guarda e a conservação da documentação histórica de origem pública e privada. Seu acervo remonta aos primeiros anos de ocupação efetiva do solo rio-grandense pela Coroa Portuguesa, estendendo-se até o século XXI. Além da documentação proveniente das várias funções exercidas pelo Poder Público, o Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul destaca-se pelos arquivos particulares recebidos através de doação ou compra.

 

Serviços Prestados: Custodiar garantindo a organização, preservação e restauração do acervo documental; receber, avaliar e selecionar a documentação entregue à sua custódia; tornar o acervo acessível ao público; manter intercâmbio com entidades congêneres; estimular, participar e/ou organizar estudos, pesquisas, estágios, treinamentos, conferências e simpósios e encontros; incentivar e assessorar as prefeituras municipais na implantação e manutenção de seus arquivos; elaborar trabalhos de pesquisa com base em seu acervo.

O Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul possui na Coleção Alfredo Varela o polêmico documento conhecido como “Carta de Porongos” (CV-3730). O mesmo é uma cópia do documento subscrito pelo Barão de Caxias endereçado ao coronel Francisco Pedro de Abreu, comandante da 8ª. Brigada do Exército. O ataque ao Corpo de Lanceiros Negros, pela presente carta, teria sido negociado com o líder farroupilha David Canabarro, auxiliado pelo coronel Lucas de Oliveira, com as tropas imperiais. Essa ação teria feito parte das tratativas de paz entre os farrapos e o Império. 

O Massacre de Porongos ocorreu em 14 de novembro de 1844, e levou à morte centenas de homens escravizados que faziam parte dos Lanceiros Negros, transformados em soldados farroupilhas com a promessa de liberdade.

O documento em si é autêntico; as controvérsias historiográficas referem-se às informações presentes. Por muito tempo, utilizou-se o argumento da carta ser uma cópia para sustentar as vertentes de que ela seria apócrifa – a versão mais conhecida é a de que Canabarro não teria autorizado o massacre, e a carta teria sido forjada por Francisco de Abreu. Entretanto, grande parte dos pesquisadores que se dedica a essa temática considera autêntica a participação do líder farroupilha no Massacre de Porongos. (Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul, Coleção Alfredo Varela, CV-3730).

 

 

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